Este ano o destino da Tiger Trip ruma ao noroeste de Espanha, mais precisamente à cidade de Salamanca, capital da província com o mesmo nome, parte da região de Castela e Leão. Cidade com uma história que remonta à era celta, é conhecida pela sua arquitetura ornamentada em arenito e pela Universidade de Salamanca. Fundada no século XII e um importante centro intelectual nos séculos XV e XVI, a universidade continua a contribuir para a vitalidade da cidade com a sua população estudantil internacional.

Mas cultura geral à parte, a tigragem move-se por outros interesses, nomeadamente pelos verdejantes campos de golfe que circundam esta cidade “mediaval”. E são 3 os campos de golfe que promovem a modalidade nesta capital de província: dois campos do Salamanca Golfe & Country Club, o Villamayor e o Zarapicos, e um terceiro campo, o La Valmuza.

O campo de golfe Villamayor é um campo urbano, localizado a apenas 10 minutos do centro de Salamanca, na exclusiva zona residencial de Vega de Salamanca. Projectado por Juan Catarineu em 1999, o campo estende-se por 6.475 metros através do complexo residencial, figurando entre os dez campos com maior índice de dificuldade (slope rating) de Espanha.

O campo de golfe Zarapicos, inaugurado em 1990, foi projetado por Manuel Piñero e abrange quase 40 hectares da paisagem tradicional de Salamanca. O campo de 18 buracos, par 72, estende-se por 6.273 metros através de bosques de azinheiras e colinas suaves, e conta com um lago artificial com vista para os buracos 4 a 7.

O Valmuza Golf é um campo moderno e bem equilibrado, concebido em 2005 por uma das lendas do golfe, Severiano Ballesteros, que incidiu toda a sua experiência e entusiasmo neste campo de golfe altamente funcional, que se integra perfeitamente no melhor da paisagem rural de Charro e nos pastos circundantes.

A calendarização para estes dias coloca os tigres a jogarem para o tradicional Torneio Convívio no Villamayor a 28 de maio, iniciando no dia seguinte, 29 de maio, a primeira volta da V OM no Zarapicos, e terminando a V OM a 30 de maio no La Valmuza. Serão 3 dias de golfe e competição intensas como já é tradição.

Mas nem só de golfe vivem os Tigres, pelo que serão também feitas paragens obrigatórias por alguns restaurantes icónicos desta região os quais farão as delícias gastronómicas da tigragem, em verdadeiros momentos de convívio, onde não faltarão com certeza as picardias ou as trocas de experiências e shots do dia. As paragens serão a 28 de maio no Las Tapas de Gonzalo, a 29 de maio no Restaurante Pucela e a fechar a digressão, a 30 de maio, no Restaurante Jero.

Para este ano estão perfilados 27 ávidos e sedentos tigres: Bento Louro, Diogo Mexia de Almeida, Duarte Sousa Coutinho, Francisco Castro e Almeida, Francisco Trocado, Frédéric Denecker, Gonçalo Carneiro, Gonçalo Sequeira Braga, Helder Machado, Hugo Costeira, João Braamcamp Sobral, João Ivo de Carvalho, João Pedro Andrade, Jorge Paraíba, José Maria Magriço, Luis Vallera, Miguel Assis, Nelson Rocha, Nuno Almeida, Nuno Costa Alemão, Pedro Santos Gomes, Paulo Lopes, Ricardo Ferreira, Ricardo Pereira, Rodrigo Trocado e Tomás Moreno.

Com a competição da Ordem de Mérito em alta, poucos são os que deixam passar ao lado esta competição, assumindo assim esta uma vez mais o seu estatuto de “Major tigresco”. Ainda mais quando a partir deste ano não só o evento continua a assumir a sua importância de “Major” como a sua pontuação passa a refletir isso mesmo, passando este torneio a valer 1,5 vezes a pontuação normal. Com esta alteração a competição toma assim o seu verdadeiro lugar na ordem natural e passa a representar maior importância competitiva e fazendo de facto mexer o “ponteiro” da classificação final.

Este ano o Top10 parte para esta competição com muitas ausências, com 4 desses jogadores a ficarem em casa e a perderem a oportunidade de somar valiosos pontos na corrida ao título. São eles o campeão e líder, Rui Pedro Palma, o farmacêutico António Mendonça Alves, o profissional da saúde, João Costa Macedo e o cavaleiro Miguel Alves.

Fica assim a porta aberta aos restantes para somar preciosos pontos e potencialmente relegar estes 4 para posições mais abaixo na tabela.

O desafio será como sempre grande, já que ao desconhecimento dos campos, se junta a intensidade de jogo (3 dias consecutivos a jogar), as condições extremas de calor que se farão sentir, a diversão noturna e a gastronomia local, tudo fatores que fazem desta etapa uma das mais apetecidas do calendário tigresco.

Uma palavra muito especial para as marcas/empresas que também se quiseram novamente associar a este evento e que proporcionam aos participantes um significativo desconto no pacote final da viagem, são elas:

Quem irá inscrever o nome na história e sagrar-se campeão da Tiger Trip este ano? As expetativas são, como sempre, altíssimas para mais uma Tiger Trip de sucesso e inesquecível.