No passado domingo, 30 de novembro, disputou-se o torneio da Final do Teams Championship, a competição estreante do clube por equipas, que veio adicionar um pouco mais de “pimenta fresca” às picardias entre a tigragem ao longo do ano. Foi sob um imaculado dia outonal, com temperatura fresca mas agradável, com o sol baixo mas radiante e a iluminar os fairways bem tratados do traçado do Onyria Quinta da Marinha, que os Tigres se levantaram bem cedinho da cama para disputar este novo troféu.

Em disputa estava a glória e honra de ser a primeira equipa a colocar o nome no quadro dos vencedores. As previsões apontavam para uma disputa entre 4 das 8 equipas, já que as restantes já se encontravam mais distantes do líder, a equipa Fireballs, e sem hipóteses de roubar o título ainda que com uma pontuação maior nesta última competição.

Competição esta que apresentava também ligeiras mudanças no formato e modalidade em jogo, já que passava a haver uma disputa em duplas no formato Better Ball. E só não se foi mais longe no formato, adicionando também um Texas Scramble pela menor participação de jogadores elegíveis. Ao resultado da dupla (para as equipas com 3 ou mais jogadores), seria adicionado o resultado do melhor individual, contando assim cada equipa com 2 resultados para apuramento da classificação final neste torneio e atribuição dos pontos finais.

Sem grande surpresa, a vitória nesta última competição foi novamente para os Fireballs, equipa que demonstrou maior coesão, resistência e consistência ao longo dos 5 torneios desta competição, arrecadando assim também o título de Equipa Vencedora da primeira edição. O segredo nesta Final foi a performance da dupla Denecker/Magriço, que apresentou um resultado de 42 pontos, ao que somaram ainda uns bons 29 pontos de Diogo Mexia de Almeida, relegando assim o capitão Rodrigo Trocado para o resultado a deitar fora com os seus (irreconhecíveis) 25 pontos.

Atrás dos Fireballs apareceu uma “renovada” equipa dos Crushers, que conseguiu aproveitar muito bem a sinergia entre Vasco Mexia de Almeida e João Soares Franco para igualar a dupla vencedora com 42 pontos, aos quais faltaram apenas um pouco mais de “sumo” ao Gonçalo Correia Neves, somando apenas mais 25 pontos. No último lugar do pódio, a equipa Smash, ainda que desfalcada da sua estrela e capitão, Rui Pedro Palma, apesar de não ter conseguido lutar pelo título conseguiu “afugentar” os perseguidores e manter o segundo lugar final, fruto do acerto “joanesco” (João Costa Macedo e João Braamcamp Sobral) (com 40 pontos) e do “contratação” Ricardo Pereira (com 27 pontos), que demonstrou poder ser uma boa carta futura para esta ou outras equipas que o queiram selecionar.

A classificação final ficou da seguinte forma:

Após a competição, a tigragem rumou a Chez Trocado, para um repasto idílico (Caril de Gambas), regado com nectares dos deuses, e que terminou já bem tarde, com muita tigragem a festejar mais uma vitória do nerlandês Max Verstapen.

A classificação da competição ficou assim ordenada:

Uma edição competitiva num formato ganhador, que promete novas lutas no próximo ano. Parabéns aos vencedores!